

MULHER ASSASSINA SONHOS DO MARIDO E O FAZ SOFRER CRUELMENTE NOS SENTIMENTOS
Acontece em Itabira, Minas Gerais, uma história muito forte, envolvendo o pai de duas crianças (uma de 3 anos e a outra de 5 anos de idade), Douglas da Oratória, com a mãe das crianças.
O que a então mulher do Douglas da Oratória fez com ele durante anos seguidos, é sem sombras de dúvidas uma nova forma de tortura psicológica e emocional, de crueldade da dignidade do homem que coloca a pessoa abaixo da linha da humilhação no que tange os sentimentos de um ser humano que envolve sonhos, entrega, hombridade, fidelidade, cuidado, esperança, situação de vida como um todo no geral e, o temor a Deus, o Pai, Filho e Espírito Santo; uma história digna de ser reportada.
Essa matéria é mais um grito de socorro em tom de desespero de um cristão evangélico que teve parte de seus sonhos mais lindos e puros assassinados por uma pessoa que ele amou, confiou e colocou dentro de sua própria casa! E a paga que ele recebeu por isso foi maldade, humilhação, crueldade, abandono e um pulsante sofrimento.
Segundo o Douglas da Oratória, ele não era casado no civil ou no religioso com sua então mulher. Mas, para ele em sua fé em Cristo Jesus, quando duas pessoas vão morar juntas, assumem uma vida a dois, perante Deus, o Pai, Filho e Espírito Santo, estão, portanto, casados!
Na sequência deste texto, até o término desta matéria, abrimos aspas para o Douglas da Oratória relatar sua história, quais foram os fatos que lhe aconteceram.
Assim o Douglas da Oratória inicia: "Primeiro eu quero dar Toda Honra e Glórias ao PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO! Se não fosse pelo Bendito Rei, Jesus Cristo, O Meu AMOR, eu não estaria mais aqui nesse mundo para contar a minha triste história. Contudo, eu tenho fé Nele, em Teu Santo Nome, JESUS, e em SEU PODER, que, Ele vai me honrar, vai mudar isso na minha vida. Amém!
Desde muito cedo na vida, eu, Douglas da Oratória, tive o sonho de ser pai. Eu via a ternura das pessoas próximas a mim com suas crianças, e eu queria também realizar esse sonho: ter os meus próprios filhos, dar o meu melhor para eles, formar a minha família - ser simplesmente feliz!
Porque eu sabia que ser pai e ter a minha família, me traria felicidade, uma alegria que eu sonhei em viver. E eu sempre quis ser feliz! Com e no simples.
Todavia, no ano de 2007, aconteceu que eu, ali, comecei a sentir atração por garotos; e comecei a me envolver com homens majoritariamente. Sim, descobri que eu sou gay e gostei de ser assim. Eu tinha um brilho, uma alegria, uma motivação para as coisas, era a minha essência! E com isso, esse meu sonho de ser pai, de constituir uma família tradicional, ficou guardado no meu peito - mas nunca morreu.
E aconteceu que, mais de 10 anos depois, em 2018, me veio um sentimento de que eu estava fazendo algo errado, que era pecado, que eu seria condenado ao inferno por Deus por ser gay. Assim, eu decidi lutar contra a minha vontade, contra os meus desejos, contra a enorme atração que eu sinto por homens. E dessa forma eu o fiz viu!
Ao conhecer a minha então mulher, em meados de 2018, após uma Palestra que eu fiz na escola dela em Ipoema, e começar a namorar com ela, eu deixei completamente a minha vida de gay para trás e me dediquei ao extremo, no máximo, com TUDO que eu tinha e podia à minha relação com ela.
É verdade que no começo eu passei por grandes tentações de ficar com homens (vários tipos de situações distintas que se apresentaram a mim), mas eu fui resistente, e não fiquei com mais ninguém! De verdade!
Teve uma vez no ano de 2019, que eu estava trabalhando fazendo Uber em Belo Horizonte no período do Carnaval, que, ao deixar um lindo passageiro na porta da casa dele, nós dois ficamos conversando dentro do meu carro por um tempão: chegamos a ficar de mãos dadas, eu cheguei a tocar no tórax dele (todo malhado, definido - ele era muito bonito e tinha pouco mais de 18 anos). E mesmo assim, eu me contive e não aconteceu absolutamente nada! Nem um beijo sequer, nada!!!! Eu me lembrei do compromisso que eu tinha com a minha então namorada, e eu fui fiel a ela viu.
Nessa mesma vez, eu estava na casa de um colega meu, gay, lá em Belo Horizonte. Tinha um garoto atraente na casa dele, que ficou interessado em mim. Na hora de ir dormir, esse jovem me chamou pra eu ir deitar na cama com ele (eu estava dormindo no sofá); e mesmo eu com vontade nele, recusei o convite dele e fui dormir no sofá mesmo. E isso era todos os dias que eu fiquei lá.
Portanto, o que eu quero deixar claro é que durante todo o tempo que eu estava com a minha então mulher, desde meados de 2018 até meados de 2026, 8 anos, EU NÃO TRAÍ ELA SEXUALMENTE! EU NÃO DEI NEM SEQUER UM BEIJO NA BOCA DE OUTRA PESSOA - SEJA EM HOMEM OU EM MULHER! Mesmo eu, Douglas da Oratória, tendo passado por muitas provas do tipo.
Entretanto, digo também em verdade, que uma única vez, no ano de 2025 (que já tinha em torno de 2 anos que a minha então mulher havia saído da minha casa com a minha filha, e desde feito me abandonado – todo esse tempo a minha cama vazia), eu tive um contato mais próximo com um homem. Mas, mesmo assim, não houve sexo! Não houve nem sequer um beijo! E mesmo assim, por isso ter acontecido, me pesou à consciência instantaneamente e, eu procurei e contei para a minha então mulher que esse fato tinha ocorrido, pedi a ela perdão, destacando que não houve traição da minha parte (porque não houve sexo). E isso, mesmo ela não estando mais morando comigo porque ela quis me deixar no momento em que eu iniciava a maior dificuldade da minha vida profissional (financeira). Mas sobre este fato que eu conversei e contei pra ela, ela entendeu e me perdoou. Eu já havia contado anteriormente para a minha então mulher sobre o passado que eu tive antes de começar a namorar com ela; ou seja, que eu me relacionava com homens.
Então, o que segurou o meu desejo interno de voltar a ficar com homens, o que me fez resistir à carne, foi o meu respeito pela minha então mulher e o meu temor a Deus: O Pai, Filho e Espírito Santo. Por isso, mesmo na minha condição de ser gay (essência que ficou guardada dentro de mim), EU FUI FIEL a minha então mulher e eu tinha mesmo que ter sido!
Porque era um Casamento e assim é na Lei de Deus: só pode separar se houver traição sexual de uma das partes. E quem trai, torna-se adúltero. Aí sim, questão de possível condenação eterna ao fogo ardente do inferno. Mas quem é traído, está livre para ficar com outras pessoas e refazer a vida.
No início do meu relacionamento com a minha então mulher, eu sonhei profundamente em ter a nossa casa, o nosso lar! E para isso, eu trabalhei muito duro fazendo corridas e dando aulas de Oratória, juntando dinheiro para construir uma casa! Eu pensei nela, eu me motivei por ela. Até vender o meu carro que eu comprei zero, que era um sonho antigo meu, eu vendi para terminar a obra e termos uma casa para morarmos.
Eu, Douglas da Oratória, me esforcei muito para isso! Até eu fazer uma Aliança com o meu Deus, Pai, Filho e Espírito Santo, Jesus Cristo, eu fiz por ela, pensando nela, colocando ela em primeiro lugar e prioridade, mais até do que a mim próprio (e o Rei cumpriu essa Aliança comigo)! Bendito é o Rei! Jesus Cristo tem Poder! Pra vocês verem o nível da minha entrega, compromisso, amor, fidelidade e querer o bem dela.
E no primeiro dia do nosso namoro, nós nos prometemos que um ia cuidar do outro até o fim da vida, até ficarmos velhinhos. E comentamos sobre o nosso desejo mútuo de termos filhos.
Antes da nossa primeira filha nascer, nós tínhamos uma vida relativamente normal. Como eu graças a Deus consegui comprar as coisinhas para a nossa casa e isso me trouxe grande alegria: o fogão, a geladeira, o sofá, a cama e o colchão, o tanquinho, as panelas, os pratos, praticamente tudo! E eu fiz tudo pra ela, a minha então mulher.
Eu, Douglas da Oratória, fiz de coração; me dedicando, me entregando no relacionamento. Deixei de ter absolutamente todos "contatinhos" nas redes sociais e no meu celular, eu deixei o convívio e contato até pela Internet com meus próprios amigos de ao longo da vida. E a minha vida passou a ser somente o núcleo familiar que eu constituí.
Ah... Como eu cuidava dela... Como eu mimava ela... Como eu dava amor e carinho a ela... Eu realizava refeições especiais, com coisas que ela gostava de comer. Eu sempre dava a ela desde o início de nosso namoro muitos bombons. E eu me preocupava com ela. Eu a levava ao posto de saúde, eu estava literalmente ao lado dela.
Eu cheguei sim, e como, a amar a minha então mulher! Até a presença dela em casa me deixava feliz, me abria um sincero e natural sorriso. Pra vocês verem o nível do meu envolvimento e entrega no meu Casamento.
Só que aí, antes mesmo da nossa primeira filha nascer, a minha então mulher (sem ter porquê - de verdade), ela começou a me deixar sozinho dentro de casa. Eu trabalhava em Home Office.
A irmã mais velha dela e a mãe dela começaram a ficar chamando a minha então mulher frequentemente para ela sair de casa, para ela ir encontrar elas no centro; depois, pra minha então mulher ir pra roça em Ipoema, na casa dos pais dela. Só que isso, era direto! Fora do normal. Totalmente exagerado!
E era tão estranho, que, em praticamente todo momento, mas todo momento mesmo, que eu e a minha então mulher estávamos super bem em nossa intimidade, essa irmã dela ligava pra ela, arrumava alguma coisa pra minha então mulher sair de casa e me deixar sozinho, me estressar; e assim, a gente começou a brigar muito. E isso era direto.
Foi tanto que, eu conversei abertamente com a minha então mulher: Eu disse a ela com todas as palavras que a irmã mais velha dela (e a mãe dela) estavam atrapalhando de forma clara e direta a nossa relação. Porque toda vez, em praticamente todo momento, que nós estávamos super bem, (aquele estado maravilhoso) elas apareciam, ligavam pra ela, e aí por isso, a minha então mulher brigava comigo – e assim, a minha então mulher, ela, começou a se afastar de mim.
Pra exemplificar isso, veja o fato que aconteceu qual mostra como a minha então mulher atendia todos os comandos dessa irmã mais velha dela e para isso, não importava de me humilhar, de tirar a minha autoridade de pai, de não ficar do meu lado e me entender: Certa vez que a nossa primeira filha ainda era bebê, e a irmã dela também teve um bebê praticamente que junto, essa irmã dela já ia fazer um ensaio fotográfico do bebê dela; pagando um profissional.
Então ela chamou a minha então mulher, que morava comigo, para levar a minha filha nesse ensaio fotográfico também. A minha então mulher, me falou isso. Todavia, eu respondi a ela que não era para ela ir, porque, eu não tinha condições financeiras de ajudar no pagamento do ensaio fotográfico. E que eu, não tinha o interesse de fazer um ensaio fotográfico desse tipo com a minha filha; eu não queria! Meu intuito era tirar fotos da minha bebê do nosso celular mesmo; e assim, ir guardando, ir revelando. E eu falei isso, expliquei pra minha então mulher!
Eu, Douglas da Oratória, disse ainda para a minha mulher que, se a irmã dela queria tirar fotos da minha filha com o filho dela, que não tinha problema: Desde que, nós marcássemos em um local bonito e todos nós, juntos, tirássemos as fotos das crianças. Mas a minha vontade, a minha opinião, o meu desejo, eu sendo o pai de família, não foi considerado, não foi minimamente aceito pela minha própria então mulher! E ela contra o que eu disse, passando por cima da minha autoridade de pai, pegou a minha filha bebê, e levou a criança para o tal ensaio fotográfico dessa irmã mais velha dela.
Ou seja, a minha então mulher, com seus atos, ela só aumentava à distância que ela mesma criou entre nós dois; pensem como eu fiquei me sentindo com isso. Não poder decidir uma coisa tão simples assim sobre a vida da minha própria bebê, que estava sob à minha responsabilidade, na minha casa. Foi tirado mesmo de mim pela minha então mulher o meu direito de ser pai – até nos mínimos detalhes. Ela tinha que me respeitar, me ouvir; e atender o que eu estava falando. Podia fazer as fotos, mas, eu coloquei as minhas regras pra isso.
Então, elas passaram mesmo por cima de mim, da minha pessoa; tirando a minha autoridade de pai, tirando qualquer tipo de decisão que eu vinha a tomar sobre a minha própria filha dentro da minha própria casa!
E a minha então mulher, ela criou essa distância entre nós, agindo dessa forma de maneira contínua, criando brigas e desavenças desnecessárias, sem ter porquê mesmo! E eu passei a me ver sozinho dentro de casa por muitos e muitos dias, dentro de cada mês, porque, a minha então mulher, ela só ficava indo para a casa dos pais dela com a minha filha e mesmo com eu falando com ela, pedindo ela para ela ir menos, ela não me atendia.
Naquela época, eu fazia muito jejum espiritual para Jesus Cristo e, eu até definhava no jejum e a minha mulher fora de casa por dias e mais dias.
E eu me lembro que, quando veio a notícia da primeira gravidez da minha então mulher, que felicidade eu fiquei: Muito radiante e saltitante como uma criança, por estar próximo de realizar um dos meus grandes sonhos da vida que era ser pai!
Mas a partir daquele tempo, a minha então mulher, ela passou a não mais me atender em praticamente nada do que eu pedia a ela; eu falava para ela não fazer algo, ela fazia. Eu falava para ela não ir para a casa dos pais dela na roça sem eu, que quando eu pudesse ir (por causa do meu trabalho e de meus compromissos), nós iríamos juntos; que era para nós fazermos as coisas juntos! Mas ela não me dava ouvidos e ia sozinha com a minha filha. Ela passou a fazer as coisas como bem entendia; dando ouvidos apenas a irmã mais velha e a mãe dela.
Foi quando que na altura do ano de 2022, eu, Douglas da Oratória, estava passando uma situação bem delicada no meu ambiente de trabalho, e ao mesmo tempo na minha casa: a minha então mulher manteve à insistência de ficar indo para a casa dos pais dela na roça há todo tempo! Com isso, a minha então mulher tirava a minha filha bebê de perto de mim, do meu convívio, por dias e mais dias em cada mês. Porque a minha então mulher, ela não ia uma vez ou outra pra roça (casa dos pais dela), não! Ela ia direto, praticamente quase todo final de semana, e ela ficava lá muitos dias seguidos.
Eu quando vi que isso estava demais, cheguei a proibir a minha então mulher de ela ficar indo assim com absurda frequência para a casa dos pais dela na roça, reafirmando pra ela que nós iríamos juntos, quando eu pudesse estar indo também. Mas a minha então mulher não me atendeu mesmo: Ela sempre teve a cópia das chaves da minha casa, assim, ela pegava as chaves dela, pegava a minha filha, e ela não me atendia e continuava a ir para a roça, casa dos pais dela.
E eu deixei as portas do meu lar abertas para todos os familiares da minha então mulher: Dizendo repetidamente que eles estavam à vontade para irem na minha casa quando eles quisessem, que eu não podia ficar indo lá na roça direto, porque lá é muito longe e eu tinha os meus compromissos e o horário de trabalho.
Mas a minha então mulher, ela seguiu brigando comigo dentro de casa, fazendo uma verdadeira guerra contra mim, gritando, tudo pelo motivo de querer ir pra roça, casa dos pais dela (sendo que, ela tinha acabado de chegar de lá).
Que situação insuportável e impensável essa que eu vivi!!!! Meu Deus, Jesus!!!!
Eu, Douglas da Oratória, quando vi que essa situação não estava mais dando pra mim, quando eu senti que eu estava sofrendo por ficar muito tempo sozinho em casa, e, principalmente, sofrendo muito, ao âmago, com o coração dilacerado porque eu não estava conseguindo ser pai, eu tomei uma atitude (já que não adiantava mais eu conversar com a minha então mulher, ela não me dava ouvidos mesmo) e eu só sofrendo!
Eu fui até a casa dos pais dela na roça, e conversei abertamente com os meus então sogros: Eu, Douglas da Oratória, disse a eles que o único motivo das brigas dela comigo dentro de casa, estava sendo eles! Que, portanto, não era mais para eles receberem a minha então mulher na casa deles sem eu, e nem ficarem chamando ela há todo instante para ela ir pra lá com a minha filha bebê; pois, quando eu pudesse ir também, nós iríamos juntos.
E eu ia com a minha mulher e a minha filha lá na roça, casa dos pais dela, uma vez por mês. Eu ajudava até colocar gasolina no carro do meu sogro quando ele nos trazia pra Itabira depois de passarmos o final de semana lá; eu me esforçava para isso: mudava até o meu horário de serviço (porque eu trabalhava aos domingos), e eu trabalhava mais horas durante à semana, pra poder ir com ela lá uma vez por mês!
Só que eu não sei o por quê, das vezes que eu estava indo lá na roça, casa dos pais dela, eu começava a ter mal estar; e eu comentei isso com a minha então mulher. E eu parei de ir na roça, casa dos pais dela, uma vez no mês como eu estava fazendo, por isso. Mas a minha então mulher, começou a me acusar de que ela ia pra roça sozinha com a minha filha, porque eu não ia mais, porque eu falava que eu passava mal lá. Todavia, eu embora não fosse mais, deixei liberado pra ela ir com a minha filha uma vez por mês pra lá, no final de semana; como eu estava fazendo antes de começar a ter os mal estar lá.
Mas isso não era o suficiente para a minha então mulher! Ela queria era praticamente todo final de semana ir pra lá, e assim, ela ficava muitos e muitos dias na casa dos pais dela. Demorava mesmo a voltar. E quando voltava, ela já brigava comigo fazendo guerra mesmo dentro de casa querendo ir pra lá de novo!
Porque a irmã mais velha dela estava chamando ela, e os pais dela também continuaram a chamar ela pra ir pra lá na roça, casa deles, direto.
Os pais dela até buscavam ela e a minha bebê direto na minha casa de carro, e isso era sempre, quase que todo final de semana! Eles não deixavam mesmo a minha família, minha então mulher e a minha filha, comigo, em paz dentro da minha casa! Tinha que tirar elas do meu convívio, fazer com que, ela passasse por cima da minha autoridade de pai e marido, e, assim, nem ligavam para os meus sentimentos, para a minha pessoa!
Porque, eu além de conversar com todas as palavras com a minha então mulher sobre tudo isso, eu também fui lá, na casa dos meus então sogros e dialoguei com eles! Eu expliquei abrindo pra eles o que estava se passando dentro da minha casa, comigo, que por isso eu estava sofrendo. Mas eles não fizeram nada do que eu humildemente pedi a eles; e, pelo contrário, seguiram fazendo com que a minha relação conjugal só deteriorasse!
Eles não só interferiram na minha vida conjugal, como, foram agentes que me fizeram sofrer e muito, ao tirarem a minha filha de perto de mim, do meu convívio, da minha autoridade de pai. Sendo que era o meu sonho, de uma vida, ser pai e poder ensinar, conduzir e educar conforme a minha crença no Pai, Filho e Espírito Santo, Deus Bendito.
A minha criança toda vez que voltava da roça, casa dos pais da minha então mulher, ela voltava diferente do que ela saía da minha casa – com costumes estranhos dos quais eu a ensinava.
E quando a minha filha voltava pra minha casa, eu ensinava ela muitas coisas e ela demorava a se adaptar de novo com a educação que eu dava a ela. E eu sofria por isso também, e como... Escutem dois áudios meus, Douglas da Oratória, com um dos meus ensinamentos a minha filha quando ela ainda morava comigo e tinha em torno de 1 ano de idade (ouçam a minha voz de felicidade com a minha filha):
Praticamente toda vez que a minha então mulher chegava da roça, casa dos pais dela, e eu ia carregar a minha filha, a criança não queria mais ficar nos meus braços, ela chorava mesmo, me estranhando! Claro, a minha filha ficava muito tempo longe de mim, contra a minha vontade, contra a minha palavra, que, quando ela chegava na minha casa, a minha criança nem mais me reconhecia; perdia o costume comigo.
E eu ficava tão desolado com isso... De não ter a alegria de poder carregar nos meus braços a minha própria filha, de não poder brincar com ela normalmente; porque ela tinha se desacostumado comigo por ficar tanto tempo fora de casa.
Nitidamente a minha então mulher tirava a minha filha de perto de mim, do meu convívio, para fazer com que a minha criança convivesse e estivesse perto dos pais dela na roça! Para o meu detrimento frente aos familiares dela.
A maldade gratuita da minha então mulher era tamanha comigo, usando a nossa filha, que, além de eu ficar boa parte dos meses sozinho dentro de casa, sem o meu núcleo familiar, quando eu chegava todos os dias do trabalho (eu trabalhava em um Supermercado no bairro Bela Vista de domingo à sexta), e por dias e mais dias em cada mês, eu chegava à noite em casa e, cadê a minha criança pra eu dar um abraço nela? Cadê a minha filha para me alegrar? Para eu poder brincar com ela?
Onde estava a minha mulher pra ela conversar comigo, me receber com carinho todos os dias em casa?
Elas estavam na roça, em Ipoema, na casa dos pais dela. E a minha casa, a minha vida, vazias! E eu? Sozinho.
E tenho de frisar: a minha então mulher fez essas maldades todas comigo, sem ela ter motivos para tal, sem ela ter razão, sem eu ter feito absolutamente nada contra ela ou contra a minha filha!
A única coisa que eu queria, era ter a minha família comigo, dentro de casa. Para vivermos os momentos da vida juntos, para fazermos as coisas juntos! Para sermos felizes!!!!
Nisso, quando a minha então mulher coincidia de estar em casa com a minha criança no dia da minha folga do serviço, o sábado, eu chamava a minha então mulher para irmos passear nas pracinhas do Campestre com a nossa filha. Mas ela não gostava de sair para passear comigo...
Quando ela ia, porque eu insistia, ela o fazia com muita má vontade, extremo mal humor. E teve um dia, que foi o estalar do sofrimento pra mim isso: Era dia de sábado, eu estava de folga do trabalho, dia ensolarado e, eu dentro de casa fui pegar a minha filha pra nós irmos na pracinha ao lado de casa, pra eu aproveitar o meu tempo livre com a minha criança, brincar com ela, nos divertir, ser feliz! Como todos fazem.
Mas quando eu falei com a minha então mulher que eu já ia na pracinha ao lado de casa com a nossa filha, e eu fui pegar a criança para levar ela comigo, a minha mulher simplesmente não deixou! Que horror foi essa situação pra mim!!!!
Ela se atracou na minha filha com muita força, dizendo que eu não iria sair com a criança, que ela não iria na pracinha comigo! E a nossa filha chorava muito; eu tentei pegar a nossa criança dela, mas, como ela agarrou a nossa filha em seus braços, eu, para não machucar a menina (porque eu teria que fazer força), eu soltei e deixei pra lá.
E claro, eu insisti com a minha então mulher para ela ir conosco também na pracinha, ela negou. E eu perguntei a minha então mulher, abertamente, o porquê ela estava fazendo aquilo comigo, PORQUÊ eu não poderia pegar a minha filha e atravessar a rua com a nossa criança pra eu levar ela na pracinha pra brincar?
E a minha então mulher não teve resposta pra mim! Simplesmente ficou calada.
E ela gritava comigo, berrando, dizendo que ela não ia e não ia deixar a nossa filha ir comigo na pracinha. E assim, no único dia da minha folga do trabalho na semana, eu tendo mulher e filha, ou seja, uma família que eu constituí e fui honrado, eu tive que sair de casa sozinho! Eu tive que andar na pracinha sozinho. Vendo as outras crianças lá, brincando com os seus pais!
Pensa num sofrimento isso, na humilhação que eu fui submetido e volto a dizer: sem ter porquê a minha então mulher ter feito essas coisas tão maldosas assim comigo!
Então essa situação dentro da minha casa chegou há um extremo no final do ano de 2022, quando eu tinha acabado de sair do meu emprego no Supermercado que eu trabalhava no Bairro Bela Vista, tal qual eu jamais imaginava que a minha então mulher, uma pessoa que eu conheci e era tão simples, tão humilde, tão delicada, tão sonhadora, tão agradável, que me tratava com tanto carinho e respeito, pessoa essa que eu tirei de dentro da casa dos pais dela e, por isso também, dei o meu melhor pra ela em verdade e lhe fui fiel (mesmo quando ela foi embora da minha casa e se passando em torno de 3 anos com ela longe de mim), e aconteceu isso no final do ano de 2022 dentro da minha casa:
Quando chegou o meu limite de não aguentar que a minha então mulher, continuasse a sair de casa com a minha filha, indo pra roça, casa dos pais dela e me deixando sozinho e sofrendo dentro de casa (e eu já tinha ido à situação de implorar a ela, em nosso quarto, eu chorando, pra ela parar de fazer essa maldade comigo, pra ela não me deixar mais sozinho dentro de casa, pra ela não tirar mais a minha filha do meu convívio, porque isso estava me machucando demais, estava me fazendo sofrer de uma forma que eu nunca nem imaginei que pudesse haver tamanho sofrimento sofisticado, meu coração estava cortado já no sentimento), e mesmo depois de eu ter dito isso a minha mulher, ela não me deu ouvidos e continuou indo pra roça, casa dos pais dela com a minha filha!
Então, em um dia que ela me comunicou que já ia pra roça, eu falei alto com ela dizendo que CHEGA! Que ela não iria mais sair de casa com a minha filha assim. Que ela tinha que me respeitar e me atender no que eu estava falando com ela. Pois nisso, a minha então mulher, dentro de nosso quarto, na frente da nossa filha (ela quase deixou a menina cair no chão – que estava nos braços dela), ela me surpreendeu ainda mais (tristemente) pra minha pessoa:
A minha então mulher partiu pra cima de mim, me agredindo violentamente, me batendo mesmo! E isso, durante algum tempo. Eu me assustei com uma coisa dessas! E eu não revidei ela; apenas eu me protegi de seus golpes, de seus ataques. Ela tentou prender a minha cabeça na porta de nosso quarto, para me ferir, e ela me bateu bastante!
Eu só me esquivava dos ataques dela e, eu não podia fazer mais nada, eu não podia nem conter ela, pegar ela, jogar ela no chão, usar a força contra ela, porque, quando ela fez isso comigo, ela estava grávida de nossa segunda filha, com a barriga já grande. Então, eu tive que aguentar até quando eu saí para fora de casa.
E ela fez tudo isso comigo, e chegou a esse ponto, agressão física violenta na frente de nossa criança, porquê? PORQUÊ? Por que eu queria que ela ficasse no nosso lar, que ela não tirasse a nossa filha do meu convívio, que ela não fizesse mais essa maldade, crueldade com os meus sentimentos.
Mesmo assim, diante disso, não adiantou nada: Depois desse acontecido, a minha então mulher pegou as chaves dela, a minha filha, suas coisas, e foi novamente pra roça, casa dos pais dela!
Continuando a ficar lá por dias e mais dias seguidos!
Foi tão grave o que ela fez comigo, dentro da minha própria casa, além do gigantesco sofrimento nos meus sentimentos que alcançou a minha alma, mas, partir pra cima de mim e me bater assim (no estado em que ela estava, grávida, e eu nem poder reagir por causa disso – porque se eu tivesse feito alguma coisa contra ela, aí eu iria sair e muito como o errado, como o sem coração, de bater na minha mulher grávida – por isso suportei), eu nunca levantei a mão para a minha então mulher! Em momento algum! Nem sofrendo toda essa agressão física dela.
Com a gravidade do que ela me fez, ao sair de casa após o ocorrido, desnorteado, com o meu corpo doendo, eu na esquina de casa, era por volta do horário do almoço, liguei para o pai dela e falei com ele que eu precisava conversar urgentemente com ele; que a filha dele tinha feito algo muito sério dentro da minha casa! Depois, quando eu conversei pessoalmente com o meu então sogro, eu contei pra ele toda essa agressão física dela para comigo. Ele ficou surpreso, mas não me deu a devida atenção e não teve reação alguma para com ela sobre o ocorrido.
Afinal, o motivo da minha então mulher ter feito isso comigo, chegar a esse ponto, era eles mesmos: a família dela!
Os dias foram passando, o final do ano de 2022 chegando, eu em casa, fiquei desempregado, sozinho e sofrendo muito. Em um dia, diferentemente de como a minha então mulher fazia comigo, ela chegou perto de mim e me pediu pra ir pra roça, casa dos pais dela com a nossa filha. Eu que não podia ir, então dessa vez concordei delas irem. E assim ficaram bons dias lá. Quando a minha então mulher voltou, eu pensei comigo mesmo concluindo que, ela não brigaria mais comigo, ela não tiraria mais a minha filha de perto de mim, ela não mais me insultaria por esse motivo dentro de casa! Achei que a nossa vida voltaria ao normal, como era lá no início de nosso relacionamento, que fomos morar juntos.
Mas eu estava enganado! Mesmo eu tendo concordado da minha então mulher ir para a casa dos pais dela na roça, e, com todas as vezes que ela já tinha ido pra lá sem o meu consentimento, pouco tempo, mais pouco tempo mesmo, que ela tinha chegado em minha casa de lá, ela já vem de novo falando comigo que iria voltar pra lá! Porque a mãe dela e a irmã mais velha dela estavam chamando ela de novo pra ela ir pra lá, com a minha filha. E porque ela também queria mesmo ir pra casa dos pais dela na roça!
E assim, continuou esse meu martírio dentro da minha própria casa!
Como eu disse que não, que isso já era até ultrajante, ela ir pra lá de novo e continuar a me deixar sozinho em casa, fazer eu continuar à sofrer por ficar longe da minha criança (quantos e quantos dias meu coração apertava de saudades para eu brincar com a minha filha, de vontade de eu dar um abraço nela, foi eu quem ensinei ela sobre o abraço; como meu coração apertava querendo ouvir a minha filha me chamando de ‘papai’, ‘papai’, de ver ela correndo e brincando dentro de casa). Porém, o que aconteceu de novo, pela segunda vez, foi isso:
Mais uma vez a minha mulher que tinha acabado de chegar na minha casa da roça, casa dos pais dela, e ela já queria voltar pra lá com a minha filha de novo, mais uma vez eu tentei conversar com ela, e ao fazer isso, a minha então mulher, grávida de nossa segunda filha, em pé junto à cama, e eu em pé próximo a TV em nosso quarto, ela olhou para mim com uma fúria, e ela partiu violentamente para cima de minha pessoa de novo!!!!
Ela me golpeou (pela segunda vez) com muita mais força, com muita mais ira, com muito mais volúpia; e sem parar, durante algum tempo. De novo na frente da minha filha de pouco mais de 1 ano de idade.
Eu novamente apenas me esquivei dela, para que os seus golpes não atingissem meu rosto e nem a minha cabeça. E ela tacou objeto pesado em mim pra me machucar.
Foi tamanha sua agressão física e escândalo contra a minha pessoa dentro da minha casa que, até a minha mãe chegou do meu portão, nervosa, perguntando o que estava acontecendo por causa do estranho barulho na minha casa.
Quando essa agressão lamentável terminou, eu subi para à área da minha casa muito cansado, mais muito mesmo; e fiquei por alguns minutos fadigados.
Foi muito forte o que a minha então mulher aprontou comigo.
E ela dessa segunda vez machucou um dos meus dedos da mão direita, que eu utilizei como barreira para me defender de seus golpes. E eu fiquei por alguns anos sentindo uma dor latejante interna nesse dedo, no osso; principalmente quando eu ia estalar ou mexer nele.
E depois de ter me batido dentro de casa pela segunda vez? A minha então mulher pegava as chaves dela da minha casa, que ela sempre teve, entrava e saía à hora que ela quisesse (saía sem o meu consentimento na grande maioria das vezes – diga-se de passagem), e ia com a minha filha pra roça, casa dos pais dela! E eu segui sozinho em casa, com todo esse sofrimento que ela me impôs; e fez isso sem ter porquê!
E eu sempre tratei a minha então mulher tão bem, com tanto amor e carinho! Até um sonho antigo que ela tinha de conhecer o mar, no ano de 2021 (pouco tempo antes da nossa primeira filha nascer), eu me esforcei e levei ela na praia, na Ilha de Guriri, Cidade de São Mateus, no Espírito Santo. E ela fez todas essas coisas comigo.
O meu sonho de ser pai, um sonho tão lindo e de toda uma vida, e mais um dia dos pais, eu, Douglas da Oratória, passei sozinho em casa; sem ao menos ter a presença das minhas filhas!
E eu tinha comprado até presentes pra elas (massinhas coloridas que elas amam), a minha tia de Sabará que ficou encantada com as minhas filhas, porque eu fiz uma viagem com elas no início das férias escolares de 2026 e levei as minhas filhas para passear no Parque Municipal de Belo Horizonte, a minha então mulher também foi (mesmo ela não ter voltado para a minha casa com as minhas filhas, eu achei que estava “tudo bem” entre a gente, eu mesmo não tinha enxergado tudo que ela me fez de sofrimento).
Então, a minha tia de Sabará comprou presentes também para as minhas filhas (ela foi depois na minha casa levar os presentes, procurando as meninas que não moram comigo; e assim, os presentes parados, sem uso, na minha casa. O que aumenta a minha tristeza.
A mãe das minhas filhas, ela não levou as minhas crianças nem pra as minhas filhas me darem um abraço sequer no dia dos pais em 9 de Agosto de 2026! Nem pra colocar as meninas pra gravar um vídeo, um áudio pra mim, NADA! Nenhuma mensagem! Nem um 'oi'.
E olha que as minhas duas filhas já sabem mexer no celular, sabem gravar áudio no WhatsApp.
Apenas uma pessoa, que eu nem tinha muito contato, Dominique, é que me mandou uma mensagem me parabenizando pelo dia dos pais! Obrigado Dominique; só você me fez lembrar no dia dos pais, que eu também sou pai; embora até hoje não pude ser!
Que triste esse 9 de Agosto de 2026 pra mim.
E o mais revoltante, o mais absurdo, o que me indigna sobremodo, é saber, é ter à consciência de que eu nunca fiz nada contra a minha então mulher, eu nunca fiz nada contra as nossas crianças! Pelo contrário, eu amei, cuidei, protegi - me sentia honrado em ser pai de família; e eu ficava feliz com a presença delas! Isso pra mim já era o suficiente: o simples fato de ter a minha família ao meu lado.
CONTUDO, NÃO TEM EXPLICAÇÃO O PORQUÊ A MINHA ENTÃO MULHER FEZ TUDO ISSO COMIGO, ESSA MALDADE, CRUELDADE TODA, E AINDA CONTINUA FAZENDO AGINDO ASSIM COMIGO NO QUE TANGE AS NOSSAS FILHAS.
Ela sabe, sempre soube, que era meu sonho ser pai. E Deus me deu duas filhas lindas, uns amores, humildes, tão inocentes e delicadas, que gostam de mim também, é ‘papai’ pra lá, ‘papai’ pra cá quando elas me vê, me chamam o tempo todo pra ir brincar com elas, pra levar no parquinho, no pula-pula, pra comprar balinhas pra elas!
E vendo isso, a minha então mulher me priva até no dia dos pais de eu ver as minhas próprias filhas! Nem por vídeo, nem por áudio - pra alegrar um pouco o meu dia. E foi o dia dos pais!!!!
A minha então mulher me ignorou mesmo, ela me colocou pra escanteio como se eu não existisse, como se eu não tivesse sentimentos! Não dá mais uma situação dessas pra mim!!!!
Cada dia que passa, é mais um cúmulo do absurdo que acontece da parte da minha então mulher para comigo usando as minhas filhas pra me fazer contorcer de sofrimento!
Eu preciso tirar as minhas filhas das mãos de uma pessoa tão sem coração assim.
Isso vai fazer mal para as minhas crianças conviver com um ser humano tão desprezível. Que tem a coragem de me privar de ver as minhas próprias filhas no dia dos pais, de elas terem qualquer contato comigo para me parabenizar.
Eu, Douglas da Oratória, só não entrei antes na justiça pra lutar pela guarda das minhas filhas, por três razões:
Primeiro que eu esperava, acreditava, sonhava até julho de 2026, que a minha então mulher ia aceitar o meu insistente convite e voltar pra minha casa.
E isso não aconteceu mesmo.
Segundo, porquê eu não tinha (antes) forças para fazer isso, pois, eu estava em uma profunda, aguda depressão que quase foi capaz de tirar a minha vida: em 2024 eu tentei o suicídio e fui parar no hospital e fiquei 12 dias internado. E isso foi por causa do sofrimento que a minha então mulher me impôs sem ter porquê!
Eu fiquei sozinho, mesmo tendo constituído a minha família.
E terceiro, é que eu não tinha como olhar duas crianças e trabalhar ao mesmo tempo. Mas agora, Graças a Deus, o Pai, Filho e Espírito Santo, Jesus Cristo é o Rei, Ele me fez enxergar quem é a minha então mulher.
E o Rei me tirou, e Ele me curou do estado melancólico da depressão aguda, e, Jesus Cristo, Ele É O REI e me Ama MUITO, Ele vai me dar condições financeiras de eu poder lutar pela guarda das minhas filhas; porque hoje estou desempregado e o meu curso on-line de Oratória e também o meu Livro sobre “A Verdade Sobre a Morte”, eles não estão vendendo, nada. Mas eu creio na Benção do PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO nessa minha vida.
Pra eu ensinar as minhas filhas que embora o mundo seja mal, o ser humano não pode fazer maldades com os demais! Não se pode fazer crueldades que ferem, sangram os sentimentos do outro! Não se pode tratar as pessoas como se elas fossem um lixo e humilhar! Não se pode abandonar quem nos ama e quer o nosso bem, o nosso desenvolvimento, a nossa felicidade!
E eu só enxerguei quem é a pessoa da minha então mulher, e assim passou um filme na minha mente de tudo o que ela fez e faz comigo com relação à nossas filhas, me humilhando e me fazendo sofrer no sentimento, porque aconteceu uma circunstância:
Eu pedi ela a senha dela do Banco dela (até então, pra mim estávamos juntos, mesmo ela morando mais de 3 anos longe de mim, e a minha cama vazia todos os dias – mas pra mim, ela era a minha mulher), e eu pedi a senha dela pra eu olhar uma questão se ela tinha direito em um benefício.
E sabem como a minha então mulher me respondeu? Com agressividade nas palavras! Agindo como se eu fosse um estranho pra ela, me tratando muito mal. E ela não me passou a senha dela. Então, eu pude enxergar quem é ela! Não existe relacionamento onde uma das partes não confia no outro; nem para uma coisa tão simples assim. Eu me senti diminuído, como se ela pensasse que eu fosse fazer algo de errado com a senha dela.
A bem da verdade, o nosso relacionamento já tinha acabado há muito tempo atrás: Desde quando ela começou a me afrontar e a me fazer sofrer dentro da minha própria casa! Mas eu por temor a Deus, o Pai, Filho e Espírito Santo (já expliquei que Casamento é algo muito sério, Sagrado para o Criador), e, por eu ter sido inocente, por sonhar acreditando que ela iria voltar pra minha casa com as minhas filhas, que eu teria a minha família por completo ao meu lado de volta, fantasiei uma pessoa que ela não é!
Mas este fato de eu ter pedido a senha dela do Banco dela pela primeira vez, e à questão do dia dos pais, me fizeram enxergar tudo!
Porque, mesmo depois de todo o sofrimento que ela me impôs (SEM TER PORQUÊ), e de todo esse tempo longe de mim, eu tinha perdoado ela! Mas depois disso, eu finalmente ter enxergado, pela Lei de Deus, o Pai, Filho e Espírito Santo, eu, Douglas da Oratória, tive o meu casamento interrompido pelo abandono da minha então mulher!
No ano de 2025, que eu estava trabalhando em um Hospital, eu cheguei a combinar certinho com a minha então mulher, de eu ir na casa dos pais dela na roça, com o carro do Pastor da Igreja que eu frequento, para buscar ela e as minhas filhas pra irem morar em minha casa novamente! Depois do aceite dela nas palavras, eu combinei com o meu Pastor o dia e a hora, pra ele ir comigo lá na zona rural de Ipoema, para buscar elas!
Até o pessoal da minha Igreja não entendia o porquê, uma vez que nós estávamos juntos, ela não morar comigo na minha casa normalmente. E, faltando poucos dias para a data combinada, ela simplesmente me manda uma mensagem no WhatsApp dizendo que não era para eu ir lá com ninguém, porque ela não iria vim embora comigo! Eu fiquei surpreso, sem reação! E perguntei a ela o motivo, porque, já tínhamos acertado tudo.
E a minha então mulher não me deu palavra. Ela não disse porque desistiu de voltar a viver comigo. E eu tive que, triste, cancelar com o meu Pastor a ida lá na roça, na casa dos pais dela. E ele também ficou sem entender! Que difícil pra mim... Eu já estava sonhando, imaginando, as minhas filhas na minha casa! Como me alegraria. Mas a minha então mulher, ela não deixou eu ir lá na roça na casa dos pais dela para buscar elas e, ficou por isso mesmo. Ela não voltou com as minhas filhas para a minha casa!
No final do ano de 2025, a minha então mulher falou que iria voltar para a minha casa no início de 2026; porque, a nossa filha mais velha iria começar a estudar e, eu com o consentimento dela, tinha feito à matrícula da menina em uma escola em Itabira. Só que, quando chegou nos dias da minha então mulher voltar a morar na minha casa, aconteceu o seguinte fato:
Desde que a minha segunda filha nasceu, eu não fui registrar ela, porque, depois que a minha então mulher me bateu duas vezes dentro da minha própria casa, eu fiquei em absoluto silêncio com ela! Para evitar acontecer algo pior. Não havia mais nada que eu pudesse falar ou fazer. E nisso, ainda na segunda gravidez dela, ela foi embora para a casa dos pais dela.
Diante de tudo o que ela fez comigo, eu já estava em profunda depressão, e ainda desempregado, só trancado dentro de casa, tanto que, mesmo com o meu último Patrão do Supermercado do Bela Vista me chamando direto pra eu voltar à trabalhar lá, isso no início do ano de 2023, por causa do meu estado emocional naquele momento, eu me tornei um mendigo nas ruas de Itabira!
Eu, Douglas da Oratória, passei praticamente o ano todo de 2023, nas portas dos Supermercados, padarias, e hortifrútis em boa parte da cidade, pedindo as pessoas alimentos e algum dinheiro em Nome de Jesus. Porque, meu gás acabou e eu não tive dinheiro para comprar outro. E, com os meus familiares no geral, inclusive a minha mãe, eu estava brigado por tudo que eles permitiram acontecer com a minha avó enquanto ela estava viva, com 100 anos de idade, na casa dela (isso é uma outra história que não dá para eu entrar aqui), mas, por isso, eu não pedi ajuda dos meus familiares. Embora, foi uma tia minha que em Nome de Jesus, ela me sustentou por alguns meses fazendo compras pra mim e me dando algum dinheiro.
Porque até as forças para continuar indo às ruas de Itabira para pedir alimentos, eu perdi. Tamanho foi o sofrimento, a desilusão, a decepção, a depressão, a dor no meu coração no âmago que eu estava passando de, ter ficado mesmo sozinho dentro da tão sonhada casa própria que eu construí pensando na minha então mulher – para ela; e acabar sem o meu núcleo familiar; sendo que, EU NADA FIZ, eu não dei nenhum motivo mesmo para que a minha então mulher fizesse tudo isso comigo!
Então, quando a minha segunda filha nasceu, eu não tinha nenhuma condição emocional, física, e nem financeira pra pegar um ônibus e ir ver ela nascer! Logo, nem de registrar ela. Foi muito forte, muito pesado tudo isso que eu vivi. Se a minha tentativa de suicídio em meados de 2024 tivesse tido êxito, onde eu deitei no meio da Avenida Cauê, no Campestre, à noite, para que os ônibus e os caminhões passassem por cima de mim, vocês nunca ficariam sabendo dessa parte da minha história, de todo esse sofrimento sofisticado que eu passei e ainda passo! O SAMU e a Polícia Militar é que foram acionados e eles me tiraram à força do meio da rua (porque eu não queria sair dali) e me levaram para o Pronto Socorro de Itabira.
E eu sou uma pessoa pública em Itabira, já estive na política, fui candidato a vereador em 2016, como Palestrante e Instrutor de Oratória por mais de década em praticamente todas as escolas de Itabira (e foi assim que eu conheci a minha então mulher – em uma Palestra que eu fiz na escola de Ipoema), eu nunca tive nenhum problema graças a Deus, Jesus Cristo, nada que ninguém reclamasse de mim ou me proibisse de Palestrar ou de ministrar o meu curso de Oratória; e foi com muita gente mesmo que eu lidei na Cidade, de várias faixas etárias. Porque eu sou uma pessoa honesta, do bem, temente a Deus, o PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO!!!! Comportamento exemplar, digno.
Quando a minha então mulher foi embora da minha casa, no início de 2023, e até o momento que eu a vi novamente na intimidade, eu tive que suportar ficar mais de 9 meses consecutivos sem sexo. Eu cheguei a passar muito mal mesmo por isso também; a ponto até de estremecer! O que só aumentava o meu sofrimento; porque, eu me casei, não fiz nada de errado, e ainda tudo isso me acontece por meio da minha própria então mulher. Foi quase de enlouquecer. Pensa no que é um homem de trinta e poucos anos, casado, ficar sem sexo esse tempo todo. Mas eu suportei, aguentei, e eu não traí ela. Nem nesse estado. Nem tendo oportunidades nesse período para fazer! Porque o Rei, PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO, JESUS CRISTO, ELE me ajudou, Esteve e Está comigo!!!!
Com isso, o tempo passou e, graças a Deus, o Pai, Filho e Espírito Santo, Jesus Cristo me tirou desse fundo do poço que eu fui colocado pela minha própria então mulher. E, acabou que por isso tudo, eu não registrei a minha segunda filha que nasceu em 2023. Mas em 2025, que eu já estava um pouco recuperado, eu mesmo fui no Fórum de Itabira voluntariamente e pedi para registrar a minha segunda filha.
Só que aí, mais uma vez e em TUDO, a minha então mulher foi contra a minha autoridade de pai: Ela brigou feio comigo quando eu falei que, o restante do nome da minha segunda filha, era eu quem escolheria; já que, foi ela quem escolheu o primeiro nome e eu acabei aceitando. Mas ela foi orgulhosa comigo, dizendo que ela não aceitaria mudar o restante do nome da nossa filha, que ficaria como ela escolheu.
Isso eu não aceitei! Porque eu sou o pai e, ela queria me tirar o direito de escolher até o sobrenome da minha criança. Então, como não houve acordo entre nós dois, eu tive que voltar no Fórum de Itabira e cancelar o pedido de reconhecimento voluntário de paternidade que eu havia feito.
Nesse tempo, chegou a hora da minha então mulher vim morar em Itabira de novo, para o início das aulas de nossa filha mais velha e, como estávamos brigados por este motivo que partiu dela, ela não voltou para a minha casa com as minhas filhas! Mas sim, ela saiu da roça, casa dos pais dela depois de muito tempo lá com as minhas filhas e, ela foi morar com os irmãos dela no bairro vizinho ao meu de aluguel.
Quando ela viu que eu não iria ceder mesmo, ou ela cedia ao meu favor, e aceitava o sobrenome que eu escolhi para a nossa filha, ou eu não iria registrar a menina; ela de modo raivoso, então concordou. Assim que ela concordou, eu voltei de novo no Fórum de Itabira e, reabri a minha solicitação de registro voluntário de paternidade. Todo processo foi feito e eu registrei a nossa segunda filha.
Então quando ela me acusa de que eu não fui ver a nossa segunda filha nascer, de que eu não registrei ela, ela não conta o porquê disso! O que aconteceu comigo, o que eu estava passando e sofrendo; por conta dela. Do que ela fez comigo.
E ela, a minha então mulher, quando ela tinha a oportunidade, ela jogava na minha cara que ela pagava o aluguel de nossa casa por um período, que os pais dela que ajudou por um período, e por isso, ela tinha mesmo que colocar a minha filha à disposição dos pais dela! A minha então mulher, ela chegou a dizer isso pra mim com todas as letras.
Mas ela me abandonou sozinho dentro da minha casa (que eu construí majoritariamente com o meu dinheiro e as minhas mãos), quando à dispensa estava sempre cheia graças a Deus, o PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO! Quando eu trabalhava no Supermercado no Gerencial. E, ao chegar em casa depois de um dia de trabalho, cadê a minha família? Minha casa estava sempre vazia.
Então, se nem na fartura ela ficou do meu lado, imagina se ela ficaria no momento de dificuldade. Mas graças a Deus, Rei Bendito, PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO, JESUS CRISTO, durante todo o tempo que eu fui mendigo em Itabira até chegar ao ponto de eu não aguentar nem sair de casa mais, Jesus Cristo me ajudou, me sustentou, Ele não me deixou faltar o pão de cada dia! Por isso eu Lhe dou Glórias e agradeço MUITO, LOUVADO SEJA CRISTO JESUS!!!!!!!
Graças a Ele, o Rei, PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO, JESUS CRISTO, mesmo nesse estado de mendigo, eu não passei fome. E foi tanto que, o próprio jornalista Heitor Bragança, que me conhece bem dos tempos em que eu estava na política e do meu curso de Oratória, ele chegou a me ver (de dentro do carro dele) na porta de uma padaria no bairro Bela Vista pedindo as pessoas pães, e eu pedi a mulher dele também, e ela me deu dez reais. Cito isso pra que vocês tenham convicção de que tudo o que eu estou relatando aqui é verdade! Procede.
Nesse meu tempo de mendigo, por causa de tudo o que a minha então mulher me fez sofrer, e do abandono dela, eu bati na porta de um Topa Tudo no bairro Caminho Novo. E assim, fiquei conhecendo os proprietários. Eu convidei e eles foram na minha casa, eles me ajudaram, compraram até botijão de gás pra mim, me deram alimentos; tudo em NOME DE JESUS!!!! E eles sabem o quanto eu falava pra eles do meu amor pela minha mulher, pelas minhas filhas! De como eu esperava, eu sonhava delas voltarem pra minha casa.
Na comemoração de aniversário das minhas filhas, que graças a Deus, o Pai, Filho e Espírito Santo, Jesus Cristo, eu tive condições de fazer agora em Julho de 2026 na minha casa, eu convidei a família donos desse Topa Tudo que muito me ajudaram sem ao menos eles me conhecerem; e eles voltaram na minha casa em um momento especial.
A dona desse Topa Tudo, ela é MUITO apaixonada por Jesus Cristo, ela O ama profundamente mesmo viu! Em toda a minha vida, até aqui, eu nunca tinha encontrado uma pessoa como ela: Que tem sinceros e profundos SENTIMENTOS pelo Rei, o PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO!!!! Os olhos dela comunicam isso que suas palavras dizem.
Por isso ela acreditou em mim quando eu bati na porta do comércio dela pedindo ajuda, mesmo sem me conhecer: porque ela também viu a sinceridade em mim de CRISTO JESUS!!!! Tanto que, eles levaram na minha casa às vezes que eles foram lá me ajudar, nos meus momentos de dificuldade extrema, até a filha deles! Que ainda era uma criança quase mocinha! E eu também fiz amizade com ela. Na comemoração do aniversário das minhas filhas agora em 2026, a filha deles foi também e ela se deu super bem com as minhas meninas! Ficaram brincando muito, as três!
Contudo, nessa ocasião agora, novamente GRAÇAS A DEUS, O PAI, O FILHO E O ESPÍRITO SANTO, JESUS CRISTO É O SENHOR, eles acharam que então estava tudo bem, que a minha então mulher tinha voltado pra minha casa com as minhas filhas; mas eu falei pra eles que não! Elas continuavam a morar longe de mim.
O fato é que, por mais que eu fiz tudo o que estava ao meu alcance pela minha então mulher, até deixar de ser gay, eu, Douglas da Oratória, na prática deixei, pra honrar a família que eu constituí com ela e, sim, eu a amava muito!
Mas tem uma coisa que ela e a família dela me acusam, apontam o dedo pra mim; e eu preciso falar sobre isso pra terminar. E vocês vão entender os meus motivos (porque eu agi assim). Porém, momentos depois, o Rei, Jesus Cristo, Ele me mostrou uma solução que eu não enxergava e, eu me arrependi das minhas palavras.
Um erro que eu cometi; mas, foi por causa do meu Amor a Deus, o Pai, Filho e Espírito Santo.
Quando no parto da minha primeira filha, eu passei por uma situação altamente desesperadora dentro do quarto do Hospital! E por causa disso, acabou que eu, Douglas da Oratória, não vi a minha primeira filha nascer (e fazia parte do meu sonho de ser pai, viver a alegria do momento do parto: a emoção de ver meu próprio filho nascer); e por causa das escolhas da minha então mulher, infelizmente eu não consegui.
Embora eu tenha lido muito a Bíblia pra ela antes, eu tenha preparado ela psicologicamente quanto à intensidade da fortíssima dor que é o parto normal, na hora, ela se esqueceu de tudo e, ela soltou a minha mão.
Agora vocês vão entender por quê, a minha então mulher e a família dela, eles me acusam de, após a nossa primeira filha nascer, eu ter chamado o meu bebê recém-nascido e a minha então mulher, de demônios. Eu ter dito que elas estavam com demônio no corpo.
E, de eu ter entregado as chaves da casa que nós morávamos de aluguel ao proprietário com tudo dentro e, quando a minha então mulher saiu do hospital com a minha filha recém-nascida, ela não teve onde entrar; porque eu fui morar em uma república no Centro de Itabira.
Estava chegando os dias do nascimento da minha filha; todavia, minha mulher não sentia contrações. Fomos uma vez à maternidade realizar checagem do quadro; voltamos para casa.
Em uma segunda vez, fomos novamente; nessa, a médica plantonista decidiu internar minha mulher e induzir o início do trabalho de parto. De forma surpreendente, o tratamento que tivemos no hospital foi excelente, atencioso e profissional (parecia estar tudo bem); isso até a bolsa romper, e, ela entrar em trabalho de parto. Nós dois até chegamos a comentar ali mesmo, nos momentos que antecederam o parto, como estava nos surpreendendo positivamente o atendimento como um todo na maternidade.
Então, no início de uma noite, a bolsa rompeu; as dores começaram, minha mulher entrou em trabalho de parto. Quando eu vi o rompimento da bolsa ocorrer, ela estava em pé no momento, meu coração alegrou-se sobremaneira!
Estava chegando o meu bebê, realizaria o meu sonho de uma vida.
Como eu tinha sonhado e esperado (sem ansiedade) para ver o nascimento do meu bebê! E à intenção do meu coração, assim que o meu bebê nascesse, era levantá-lo e consagrá-lo ao meu Deus, Senhor Pai, Filho e Espírito Santo, agradecendo-O. Era impensável, inimaginável para mim, o que iria acontecer ali.
Com o avançar do tempo, as contrações foram ficando cada vez mais fortes e, eu ali, ao lado da minha mulher; segurando sua mão, a acalmando, lembrando-a da Palavra da verdade contida nas Escrituras que havia lhe mostrado e ensinado. Eu mesmo quando vi a minha mulher em agonia pela dor, lembrei-me instantaneamente da Palavra da verdade:
“Em agonia darás a luz filhos”.
Mas a minha mulher não estava me escutando, não estava controlando o suportar da dor. Até esse momento, as enfermeiras também falaram com ela que era assim mesmo a naturalidade do parto, que de certo a dor é muito grande, e em breve acabaria. Minha mulher não quis mais a minha mão para eu segurar a dela, mas olhava para mim gritando em relação que estava sentido muita dor e, que não estava aguentando; até com pessoas próximas por telefone conversou, que também a reexplicou dando força de que era assim mesmo.
Foi quando que, a minha mulher com todas as palavras rejeitou a dor.
Eu continuei junto a ela para que ela suportasse, que mais um pouco e a nossa filha iria nascer; lembrando-a de tudo que estava preparado para receber o nosso bebê, de como foi nossa alegria durante toda a gravidez, enfim, dando-a força e a encorajando.
Mas então o berro dela foi contra mim; e assim ela repetiu com todas as palavras empurrando a barriga com força que não queria aquela dor, que era para dá ela algo para tirar a dor das contrações dela.
Nesse momento, ela negou a Palavra do Senhor, o Messias – Cristo, que foi Quem arbitrou aquela dor à mulher no parto.
Começara, portanto, o maior terror, aperto, aflição, desespero, sofrimento, angústia, ferida no sentimento, dilaceramento, tristeza e decepção de toda a minha vida até então!
Ouvindo o pedido (súplica) da minha mulher, que estava no banheiro deixando água quente cair sobre o corpo, elas (enfermeiras) a colocaram na cama e, aplicaram-na uma espécie de calmante, tranquilizante – que momentaneamente, a fez aliviar da dor das contrações. Eu não pude fazer nada, pois, foi à palavra dela: Ela quem assim o fez pedindo, rejeitando a dor; e estávamos naquele local.
Do trabalho de parto em contrações, instantes depois, a minha mulher teve sono; e começou a dormir! Com a minha filha na barriga para nascer. Ah que dor me acometeu, que desespero; que situação assombrosa eu estava vivendo.
E ficou muito pior: Eu falava o tempo todo com ela para não dormir, para ficar acordada, ela tinha que continuar o trabalho de parto, tinha que dá à luz minha filha; mas ela ficou grogue, “descansada” momentaneamente das dores, “relaxou” como desejara. Nisso, vieram novamente às enfermeiras; que para o meu total espanto, eram bruxas.
No quarto do hospital, apagaram as luzes, ligaram um objeto de luz baixa na tomada a meia altura com músicas “relaxantes” e outras com letras de adoração pagã, e ainda, ascenderam incenso. O quarto era individual.
Eu perplexo, sem chão, preocupado com o meu bebê e com ela, pensando o que eu iria fazer e como; quando que, na minha frente, aconteceu isso: Duas das enfermeiras se posicionaram nos cantos do quarto, enquanto a chefe delas assentou-se na poltrona do acompanhante e, chamou a minha mulher.
Ela se levantou da cama, foi até a enfermeira e prostrou-se em adoração; curvando-se literalmente à enfermeira até o chão. A bruxa chefe disse a minha mulher que toda vez que a contração viesse, era para ela se agachar. A minha mulher levantou-se, começou a dançar no meio do quarto, uns passos diferentes, bem executados, e quando vinha à contração, a minha mulher ia até a enfermeira e a reverenciava, se curvando novamente até o chão.
Não era a minha mulher, mas sim, a entidade maligna que havia entrado nela; por ela ter negado a dor do parto e ter pedido ajuda ao inimigo.
Eu falava com a minha mulher (na hora): ‘Não se curva, não curve a cabeça, não faça isso; pare!’. Em verdade eu fiquei horrorizado, sem conseguir processar que aquilo estava acontecendo. Percebi que uma das outras enfermeiras bruxa tinha levantado o celular no jaleco de modo que, ela estava filmando toda aquela cena.
A minha alma retraiu-se. Eu bati com força a mão no apagador acendendo à luz do quarto! Elas se assustaram com minha reação, saíram as três, correndo do quarto.
Minha vida estava desmoronando, de tristeza e decepção; mas orei ao Messias – Cristo, pedindo força porque, eu estava ali e vivendo todo esse terror no parto da minha filha, que precisava nascer.
Peguei a minha mulher do chão, tentei conversar com ela, dizer o que estava acontecendo, que por causa da palavra que ela deu, uma entidade maligna havia entrado nela, que participou de um ritual de bruxaria; e as contrações começaram a voltar.
O meu desespero era tamanho, minha condição de aflição foi extraordinariamente elevada!
O meu pensamento era um só: Tenho que tirar ela desse hospital, minha filha não pode nascer aqui, nas mãos de bruxas.
Como as dores estavam retornando, minha mulher não estava tão grogue, eu falei com ela: ‘Confia em mim, eu preciso te tirar desse lugar’. Ela ficou com medo porque estava em trabalho de parto, não intendendo o porquê eu iria fazer isso; não me deu palavra e seguiu sua agonia das dores.
Depois as bruxas retiraram o aparelho que tinham ligado na tomada em meia altura que dava luz baixa e tocava músicas. Eu mandei chamar a médica que estava de plantão (em sua casa) ela demorou a chegar; mas foi. Quando chegou falei com ela que eu queria transferir a minha mulher para outro hospital! A médica se assustou; me perguntando o que tinha acontecido, porque, ela já estava em trabalho de parto. Eu falei na frente das bruxas, no quarto, o que tinha acontecido e que ainda ‘aquela lá’ havia filmado. As mentirosas negaram; e a médica (cúmplice) ainda me disse que era comum apagar as luzes para a paciente relaxar, colocar músicas relaxantes.
Meu desespero aumentou quando ouvi isso da médica; meu coração estava em tribulação máxima! Como nunca antes em toda minha vida, até então, havia estado. Peguei meu celular e liguei na frente delas para o SAMU; solicitando uma ambulância para levar minha mulher a outro hospital.
O médico atendente me questionou porque eu queria levar a minha mulher em trabalho de parto, já dentro de um hospital, para outro.
Como eu falaria com ele que era por causa de que, houve um ritual de bruxaria no quarto do hospital, que as enfermeiras são bruxas?! Certamente além de não acreditar em mim, me trataria como louco, pessoa fora do juízo perfeito e, poderia ainda me complicar mais naquela situação. Todavia, eu insisti no pedido; mas ele negou o envio da ambulância.
Eu persisti com a médica que era para montar os papéis para fazer a transferência sim, porque eu queria era isso! A médica então me pediu o cartão do plano de saúde da minha mulher, porque a maternidade do outro hospital era particular. A minha mulher tinha um plano de saúde antigo, pela mãe dela. Então mais uma vez eu estava em uma encruzilhada! Situação desesperadora, pois, o cartão do plano de saúde da minha mulher havia ficado em casa; estávamos em um hospital público e, o cartão nem ficava na bolsa porque, não precisávamos dele.
Como eu deixaria minha mulher com meu bebê na barriga junto às bruxas no hospital e iria em casa pegar o cartão? Não podia! Quão terrível e que horror eu estava passando. E minha mulher continuava em trabalho de parto.
Então, naquele instante, eu não via outra saída a não ser ligar para os pais dela, para eles irem ficar com ela enquanto eu fosse em casa pegar o cartão. E um detalhe: Depois que eu interrompi o ritual maligno, as enfermeiras bruxas não quiseram mais atender a minha mulher da mesma forma, que havia começado os sangramentos; e quando eu tive que ir lá na sala delas solicitar atendimento, uma delas falou comigo: “Você não quis deixar a luz apagada nem a música de fundo”; ou seja, se eu tivesse deixado prosseguir à afronta ao meu Deus, Jesus Cristo, aí sim, elas atenderiam da mesma forma.
Ah que o desespero qual estava me consumindo, conseguiu espaço para aumentar! Que situação eu estava vivendo.
Elas foram depois, mas não atenderam com profissionalismo (atenção e cuidado). Quando liguei para os pais da minha mulher, contei a mãe dela o que tinha ocorrido, e que, por isso, elas não queriam mais atendê-la [da mesma forma].
Vedes no que o mal transformou o momento que seria mais lindo, especial, feliz e tão esperado por mim durante toda uma vida! Mas foi por causa da minha mulher, é a verdade; foi à palavra dela em negar ao Messias – Cristo, que gerou, permitiu tudo isso acontecer.
Meus sogros chegaram; enquanto a minha sogra ficou no hospital com ela, eu e meu sogro fomos pegar o cartão do plano de saúde. Retornei e passei para a médica; porém, estava demorando muito e eu a cobrei.
A minha sogra, por não acreditar em mim, por não compreender aquela situação, não estava favorável a transferência dela para outro hospital. Toda hora me falava algo assim:
“Mas já está tão próximo o nascimento; está quase nascendo o bebê”.
Mas eu mantive-me firme. Falei mais uma vez com minha mulher que era para ela confiar, porque eu sabia o que estava fazendo, mas ela sofrendo toda a dor, e com a mãe ali, não demonstrou apoio à minha decisão; mesmo que eu havia buscado lhe explicar o que ocorrera. Não dava tempo!
E os papéis da transferência para outro hospital não chegavam nas minhas mãos. Quando as bruxas viram que eu realmente me posicionei firmemente, que havia falado na cara delas frente à médica o que elas fizeram, contado para meus sogros, e eu exigia à transferência do hospital, uma delas chamou a polícia para mim.
Eu estava do lado de fora do hospital esperando à transferência, quando chegou uma viatura policial. Um dos policiais era conhecido meu dos tempos de ensino médio; todavia, foi o outro policial que veio falar comigo.
O policial me alegou que as enfermeiras se sentiram ofendidas com minha postura e minhas palavras. Pois eu fui firme com ele também e, respondendo à altura, relatei o que tinha ocorrido, e o que elas fizeram não foi um procedimento médico padrão!
O que feriu o único Deus verdadeiro que existe. Qual eu sirvo, o Pai, Filho e Espírito Santo; eu exigia a feitura da transferência do hospital.
Após tomar ciência de minhas palavras, até à expressão do policial mudou. Ele voltou às bruxas; depois, retornando a mim, acreditou no relato delas de que se tratava de uma técnica terapêutica, me dizendo ainda ele que assim é feito em muitos hospitais, não só ali. Eu respondi: É bruxaria!
Em que pese a minha mulher ter aceitado, eu não aceito. O policial, então, mais uma vez retornando ao interior do hospital, e ao voltar, me disse que à transferência estava certa e já iria ser realizada; que eu poderia então aguardar só mais um pouco. E foram embora.
Após eles irem embora, minha sogra foi lá fora falar comigo que era melhor eu ficar por ali mesmo, por estar nervoso, e que as enfermeiras falaram com ela que não me queriam lá dentro e era para ela ficar lá, no meu lugar; eu respondi a minha sogra algo assim: ‘Então não vou ver a minha filha nascer?’.
O momento mais importante que eu muito sonhei durante a vida, e a minha sogra ainda me perguntando se realmente havia a necessidade de fazer à transferência. Pois, estava para nascer a qualquer momento. Eu respondi: ‘Sim! O policial me falou que estava tudo certo’. E minha sogra voltou lá para o quarto.
Madrugada há dentro e eu fiquei no carro do meu sogro junto a ele, conversando e explicando tudo nos detalhes como aconteceu; aguardando a ambulância para à transferência. Foi quando que, Aquele descrito em João, cap. 16, vers. 13, me mostrou, me fez entender que, por causa da palavra da minha mulher, e até depois que ela não quis me atender, eu não veria a minha filha nascer. A transferência para outro hospital não foi feita.
O meu erro foi ter chamado os pais dela. Então, quando a minha ficha caiu (enxerguei entendendo os fatos), eu até anestesiado de dor no coração, me despedi do meu sogro e fui andando bem devagar em direção a minha casa. Sem a minha mulher e sem o meu bebê. O meu mundo havia desmoronado, por dentro eu não era mais ninguém.
A minha decepção, dor, tristeza e sofrimento foram tão grandes, mais tão grandes, que eu mesmo nunca havia sequer cogitado que algo tão forte, tão profundo assim, pudesse existir. Naquele momento sim, foi uma vitória do mal contra mim: Conseguiu impedir que eu visse a minha filha nascer, transformando o momento que era o mais importante, o mais feliz, o mais esperado, o mais lindo, no mais horrível, triste, terrível, assolador, depressivo, sofrido e melancólico de toda a minha vida, até então!
Eu pensei bastante nos dias seguintes em denunciar: Ir à imprensa, na direção do hospital, polícia. Porém, naquele momento quem iria acreditar em mim? Nem a minha própria sogra que esteve lá no hospital não acreditou! E foi uma escolha dela, da minha mulher; ademais, eu também não tinha forças depois. Meu estado era de terra arrasada – um sofrimento que me esgotou. Tudo tem sua hora, seu momento. Em verdade agora faço o relato desses fatos que me ocorreram.
Com isso, no outro dia, ainda extasiado e com uma melancolia abissal na alma ao estar no meu lar, ao olhar para aquele berço, para todas as coisas que preparamos para o bebê, eu não poderia pedir outra coisa ao Senhor Pai, Filho e Espírito Santo naquele instante se não me tirar dali.
E o fato não saía da minha mente: Não há como voltar atrás, eu não vi o nascimento da minha filha (momento que sempre sonhei); tudo está acabado e fui vencido (eu assim refletia).
No mesmo dia achei uma república e no outro dia já estava morando nela. Para mim, realmente, tudo estava acabado; ainda mais que, as duas (mulher e filha) estavam com espírito maligno decorrente dessa situação; eu não sentia mais a criança como sendo minha filha. Entreguei as chaves da casa alugada ao proprietário, passei para ele tudo que estava dentro da casa, todos os móveis, eletrodomésticos, até os pratos, vasilhas com mantimentos, tudo.
E no meu pensamento, eu iria vender o meu notebook, pegar um ônibus para determinada cidade e lá virar um morador de rua, sim, um mendigo. Esse foi o meu pensamento, à decisão que o meu coração tomou em verdade; escolhi isso para continuar sendo fiel ao Messias – Cristo, do que O negar.
Ao sair do hospital, ela não teve o seu lar para entrar! Teve de ir para a casa dos pais.
Do que adiantou a escolha dela naquela maternidade? Colocou a saúde do bebê em risco, prolongou o seu tempo de agonia, o parto foi normal e de toda forma sentiu todas as dores. E o maior prejudicado de novo, nessa história, foi quem? Eu, Douglas da Oratória.
Tudo era e é espiritual, este é o fato; a verdade. Logo em seguida sua mãe me falou que os seios dela secaram; não davam leite para alimentar o bebê, que teve fome, até eles comprarem um suplemento.
Eu só queria pegar minha mochila, mala, e ir embora; mais nada.
Que isso, é sofrimento demais.
Mas por Misericórdia de Jesus Cristo para com elas e a mim, como seu servo, o Espírito Santo por Ordem do Pai celestial, me mostrou que Ele ia perdoar a minha mulher e eu também tinha que fazer o mesmo.
Então, com poucos dias do nascimento da minha bebê, eu falei com a mãe dela o que eu precisava fazer para em Nome de Jesus, expulsar o espírito maligno que estava na minha bebê: Eu precisava em jejum, segurar o meu bebê nos braços e erguer o meu bebê ao alto em direção ao céu, para, com as palavras em Nome de Jesus, eu expulsar aquela entidade maligna que estava na minha filha recém-nascida.
Então, em um dia no alto do monte dos Pinheiros, do lado da Rádio Pontal FM, quando a minha filha tinha 7 dias de nascida, os meus sogros levaram de carro a minha mulher e o meu bebê nesse local. E eu pude em Nome de Jesus, erguer o meu bebê ao alto e fazer à Consagração de minha criança ao Senhor Jesus e expulsar o espírito maligno que de fato, habitava no meu bebê.
Vedes que tudo (no espiritual) foi tão real que, quando eu ergui o meu bebê aos céus, a criança abriu apenas o olho esquerdo, olhou para mim e fechou novamente!
Mas abriu o olho e me olhou como um adulto faz; e o olho do meu bebê estava enorme.
Era o espírito maligno que estava no meu bebê e na hora de ser expulso se manifestou dessa forma.
Só depois disso, eu passei a sentir a criança como minha filha e pude mesmo conhecer seu rosto. E o meu bebê ainda demorou para abrir os olhos depois desse instante da expulsão. Mas quando abriu, estava de volta à vida que tinha perdido antes mesmo do seu nascimento físico (espiritualmente falando). E eu me arrependi de ter chamado elas de demônio; e por isso, naqueles dias mesmo, eu em verdade pedi perdão a minha mulher por isso que eu disse e fiz em relação a nossa casa. Ela disse ter me perdoado; mas isso não é verdade da parte dela, porque, toda oportunidade que ela tem, ela joga isso na minha cara.
Embora eu tenha errado nisso, eu me arrependi poucos dias depois e falei tudo com ela.
E continuei dando o meu melhor para ela e para a minha filha (o alimento e a fralda da minha nunca faltaram na minha casa, GRAÇAS AO REI BENDITO, PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO!!!!!!! JESUS CRISTO É O SENHOR!!!!!!!!!!!!).
Mas a minha então mulher, ela fez toda essa maldade comigo. E volto a frisar: É graças ao Pai, Filho e Espírito Santo, porque Ele me ajudou, me fortaleceu, Esteve e Ele Está comigo todo o tempo, PORQUE ELE ME TIROU DO FUNDO DO POÇO E ME REERGUEU. Porque se não fosse a Misericórdia do Rei para comigo, Sagrado Jesus Cristo, eu nem estaria mais aqui nesse mundo.
E toda essa minha história, só seria conhecida no Julgamento Final Dele, o Deus Bendito, Criador dos céus, da terra, do mar, das fontes das águas e nosso Criador, o Deus de Israel.
ENTÃO, MUITO OBRIGADO DO FUNDO DO MEU CORAÇÃO, PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO, DEUS DE ISRAEL, NOSSA MAJESTADE, MARAVILHOSO, LINDO, AMADO POR MIM, MUITÍSSIMO OBRIGADO POR TUDO QUE FIZESTES E VAI FAZER POR MINHA PESSOA (ME PROTEGENDO, ME GUIANDO, ME LIVRANDO DE PERIGOS E MALS INVISÍVEIS E VISÍVEIS, QUE MUDOU A HISTÓRIA DA MINHA VIDA, ME ENSINANDO SUA PALAVRA, ME PERDOANDO MEUS TROPEÇOS, ME DANDO A VIDA NOVAMENTE, QUE, PARA MIM JÁ ESTAVA PERDIDA POR DENTRO, O SENHOR É O DEUS SANTO, BENDITO, QUE TEM PODER DE RESSUCISTAR ATÉ UMA PESSOA VIVA QUE JÁ TINHA MORRIDO POR DENTRO, E QUE ME SUSTENTASTES POR SEU AMOR E MISERICÓRDIA, A MIM, ESTE TEU SERVO TÃO PEQUENINO, UM SIMPLES CAMPONÊS DO INTERIOR DE MINAS GERAIS!!!!
LOUVADO SEJA TI, Ó REI DA GLÓRIA, DONO DE TODO O PODER E MAJESTADE!!!!!!!
E, QUE POR AGORA, ME CONCEDE MEIOS, ME ABENÇOANDO GRANDEMENTE PARA EU PODER LUTAR PELA GUARDA DAS MINHAS FILHAS.
QUE O SENHOR DOS EXÉRCITOS, DEUS BENDITO, SANTO YHVH, ME DÊ À VITÓRIA!!!!!!!
EM TEU SANTO, SAGRADO E ETERNO NOME, AMÉM E OBRIGADO!!!!
EU, DOUGLAS DA ORATÓRIA, A TI, PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO, EU TE AMO VERDADEIRAMENTE, MEU LINDO!!!!
Finalizando... Um detalhe importante: Eu descobri em Cristo Jesus que, ser gay não é pecado, não gera condenação ao inferno por essa opção sexual.
O Rei é Bom, Misericordioso, e Ele nos acolhe, nos aceita. Pecado é fazer tanta maldade como a minha então mulher fez comigo assim, ao longo de anos seguidos! Pecado é romper um Casamento, que é Sagrado e não se pode trair; não se pode abandonar um Casamento sem ter o motivo que a Bíblia concede à exceção para isso (cometimento de traição sexual por uma das partes). E, não se pode deixar uma pessoa a quem se prometeu amor, companheirismo e envelhecer juntos (para um cuidar do outro), no primeiro momento de uma dificuldade na vida dessa pessoa; isso é baixo, é vil, e é até covardia.
Em João, capítulo 20, versículo 23, o Rei, Jesus Cristo, Ele nos concede o direito de escolha se vamos perdoar ou não uma pessoa:
“Àqueles a quem perdoardes os pecados lhes serão perdoados; e aos que mantiverdes os pecados, lhes serão mantidos”.
Eu, Douglas da Oratória, já perdoei a minha então mulher por muita maldade que ela fez comigo. Mas agora, depois disso tudo que ela aprontou contra mim, eu ter enxergado quem ela é na realidade, falsa humildade e com esse coração cruel, eu, Douglas da Oratória, em Nome de Jesus, escolho não perdoar ela mais!!!!
Ela se tornou uma adúltera por ter abandonado o nosso Casamento sem razão, sem motivo para isso!!!!
Porque foi ela quem rompeu o nosso Casamento me agredindo fisicamente, não deixando eu ser pai, não me respeitando, saindo da minha casa me abandonando sem eu ter mandado ela sair, não ter voltado para o nosso então lar depois de mais de 3 anos seguidos que eu esperei, e me infringir toda essa humilhação e sofrimento pulsante, visceral, usando as minhas crianças para me atingir dessa forma tão baixa e cruel.
Algo que eu não merecia.
Aquela família dela, que também participaram disso contra mim, eu também não perdoo eles!!!!
E pela Lei de Deus, o Meu Deus e Senhor, Pai, Filho e Espírito Santo, eu, Douglas da Oratória, vou manter os pecados que eles cometeram contra mim até o fim; até o Julgamento Final.
Para, eu acusar eles todos diante de Jesus Cristo, o Meu Senhor e Deus!!!!
Não perdoo mesmo!!!!
E eu, Douglas da Oratória, espero de coração, que Adão tenha aprendido à lição das consequências dele (que respingou em todos nós da humanidade) de ele, Adão, ter desobedecido ao PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO, DEUS BENDITO, JESUS CRISTO É O REI, lá no Jardim do Éden do CRIADOR, O DEUS DE ISRAEL.
Porque, todo o sofrimento, a dor, a injustiça, às maldições, à morte, e tudo de ruim e perverso que existem neste mundo, isso é TUDO consequência do ato de Adão ainda lá no Jardim do Éden!!!!
Exatamente. Tudo isso que eu, Douglas da Oratória passei, todo esse sofrimento sofisticado, agudo, na alma, que me tampou o coração – quase me fez perder à vida por algumas vezes, de estalar à ferida nos sentimentos, porque eu, Douglas da Oratória, uma pessoa inocente nisso tudo, sem ter feito nada de errado, tive que passar por tais coisas cruéis; e na prática, foi culpa de Adão!!!!
Não era pra ser assim!!!!
Ele, Adão, continua sendo o pai da humanidade (ou seja, de todos nós); então, no Mundo Vindouro, quando houver à ressurreição dos mortos Prometida pelo Rei, Jesus Cristo, eu espero mesmo que ele, Adão, tenha aprendido e bem à lição de ser fiel e obediente ao Deus de Israel, o Todo-Poderoso Senhor Criador!!!!
Porque, as pessoas do bem, de coração puro, inocentes, ELAS EXISTEM, e não podem mais pagar pelos erros de Adão (não será justo) – se, por uma loucura ou devaneio, acontecer de, na vida em gozo no Reino de Maravilhas do PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO, junto aos Santos Anjos Dele e os habitantes do Céu, (isso para as pessoas de nossa raça que forem dignas da Salvação Eterna), não será justo pagarmos novamente o alto, elevado PREÇO por uma “nova” desobediência de Adão ao Rei.
PORQUE É SOFRIMENTO DEMAIS, de várias formas e manifestações que existem, acometem nesse mundo; porque, com à queda de Adão do Éden, este mundo passou a ser Governado por um Príncipe maligno e seus deuses do mal que são demônios!
Vejam o que fizeram com o Próprio Senhor Deus, o Rei Bendito, JESUS CRISTO, quando Ele veio à este mundo em nossa forma: carne animal. O CRUCIFICARAM!!!!
Então, não é brincadeira, não é exagero termos consciência e atenção de que, se isso vier à acontecer pela segunda vez (mesmo depois deste mundo ter passado e de todas às lições que tivemos aqui), se acontecer uma “eventual” nova desobediência de Adão ao Rei em alguma coisa, nós justos e honrados não podemos mais pagar este pulsante PREÇO.
Lembrem-se de que, o Rei Bendito, JESUS CRISTO, Ele coloca Sua Lei. E era tão simples no Jardim do Éden (só Adão e Eva não chegarem nem perto da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal, e muito menos comer do fruto dela – essa era à proibição de DEUS, o Mandamento), e mesmo assim, o Responsável, Adão, desobedeceu.
Portanto, todos estão cientes e principalmente ele, Adão; (que sua alma está esse tempo todo no Seio de Abraão, no Hades, aguardando à primeira ressurreição dos mortos) para à Vida no Reino de Deus PAI, Deus Filho, e Deus Espírito Santo!!!! Amém!
Eu, Douglas da Oratória, faço esse alerta porque, ele, Adão, não durou nem um dia inteiro sequer dentro do Jardim do Éden (quando ele foi criado pelas Santas Mãos de Jesus Cristo), e poucas horas depois, ele (Adão) já caiu; foi expulso de lá.
Isso me chamou muito à atenção e eu fiquei com esse temor no meu coração. Logicamente, não conhecemos a pessoa de Adão; como ele é, como ele se relaciona com as demais pessoas, como ele se porta por ser o Primeiro Homem.
Até porque, é realmente muito estranho ter acontecido assim; pois, os Santos Anjos do Rei, também foram criados no Céu pelo Pai Celestial e, pelo que temos de conhecimento segundo à Bíblia Sagrada, os Santos Anjos de Deus, eles não foram expulsos do Reino dos céus logo após terem sido criados. E com certeza, havia uma Lei, um Mandamento lá também do Rei.
Depois, é que a terça parte dos Anjos fizeram guerra contra o Criador no Céu, seguindo o ‘comando’ de um anjo específico que sabemos de quem se trata, o demônio, e aí sim, essa terça parte, eles caíram, foram expulsos de lá para este mundo!
Mas a maioria dos Santos Anjos, permaneceram fiéis ao PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO; e lá com o Rei, é há habitação deles!
Então, nós não sabemos o que se passou com o Adão; e nem o que pode vir à se passar novamente no Mundo Vindouro.
Por isso, não é desnecessário este alerta que eu, Douglas da Oratória, estou colocando aqui e agora, pois, se acontecer de novo pela parte de Adão no Novo Mundo, somos nós, seres humanos (justos e honrados – do bem), que vamos pagar o PREÇO pela segunda vez e, não somos nem de longe capazes de imaginar qual seria este “NOVO PREÇO”, porque seria uma reincidência completamente no nível das profundezas da criação ao limite de até onde existe vida, à última linha do Céu de todo o Universo, logo, gravíssima; creio eu que aí sim, sem perdão por parte do Rei.
Seria algo que não caberia mais nenhum Sacrifício, nenhuma ajuda do Rei, para conceder nova oportunidade de arrependimento, nova chance.
Deste modo, temos (nós, pessoas do bem que, se estivéssemos no lugar de Adão no Jardim do Éden, nós não desobedeceríamos o Mandamento, e não teríamos pegado com as próprias mãos e muito menos comido do fruto proibido da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal), nós temos de nos resguardar junto ao BENDITO, MISERICORDIOSO, JUSTO, FIEL, AMOROSO E SUBLIME DEUS CRIADOR, O REI: PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO!!!!
Porque se acontece de novo, por parte de Adão, o REI, PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO, tem Misericórdia de nós em sua Justiça!!!!
Amém!!!!
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